texto e desenho. . .

30 janeiro 2009

Como uma foice batendo em uma pedra
tão grande quanto inlapidável
O canglor áspero do metal
colidindo com a rocha
Soa como um trovão
o grave sino de despedidas
Bem que chega a chuva
Em um cinza atroz
Desesperado como vapor
que circula como lodo encanado
Os rios transbordam como palavras
ditas por quem mal-diz e repete-se
fazendo de sua ação a certa dança das abelhas
trabalhando para entregar
A doçura à vida alheia