texto e desenho. . .

20 fevereiro 2009

sobre o mar [1]

[...] mar embala em seu canto aqueles que adormecem - mesmo que por uma só noite - em seu pranto sonoro melancolico profundo de antigas noites. Canta para pedra que tornar-se-á areia sem preocupar-se com a demora das transformações. Para ele tudo é rápido demais. Aprendamos sua paciente calma e vagareza. O mar que canta para quem quiser se entregar aos sentidos que a boca do oceano desperta[...]